O tempo passou desapercebido...
Aprendi a sonhar sem você.
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
sexta-feira, 4 de setembro de 2009
Nosso fim
A nossa história não pode ser resumida em duas linhas, afinal como toda história de amor teve: atração, desejo, brigas, dores e aquele final sem sal com um coração partido. Fica a duvida do quanto doeu realmente as despedidas, do quanto realmente foi verdadeiro e intenso. Como é viver sem esse alguém, como é acordar e durmir sendo corroído por todos os porquês e por tudo que ficou para ser dito. Digo viver um dia de cada vez, mas só os vivo por ainda te carregar dentro de mim. Confesso, sou sustentada pelo ultimo sorriso, pelo ultimo beijo, pelo ultimo toque e pela certeza de ter valido a pena ter você.
terça-feira, 25 de agosto de 2009
O que é meu
Não vivo nas minhas fantasias,
em tantas procuras inúteis, descobri que a verdade se encontra em meio a olhares perdidos,
e o que tenho hoje dentro de mim basta, não preciso de realidades cortantes e palavras rispidas para enchergar o obvio. De tantas ilusões dispersas o coração por alguns segundos teimou em ver o que lhe fazia bem, mais agora a mente funciona em sintonia com a conciência de que o que faz bem é tudo que não dói na alma e aprende por si mesmo o que faz sentido.
em tantas procuras inúteis, descobri que a verdade se encontra em meio a olhares perdidos,
e o que tenho hoje dentro de mim basta, não preciso de realidades cortantes e palavras rispidas para enchergar o obvio. De tantas ilusões dispersas o coração por alguns segundos teimou em ver o que lhe fazia bem, mais agora a mente funciona em sintonia com a conciência de que o que faz bem é tudo que não dói na alma e aprende por si mesmo o que faz sentido.
sexta-feira, 19 de junho de 2009
Entre eu e você
Nada precisa ter sentido, nem uma palavra sequer...
e assim é eu e você, sem sentido, um nada haver, aparentemente tão diferente e tão magicamente atraído, unico, como um encaixe por encomenda.
Você o que me falta, eu o que te completo,
e afinal, há sentido algum nisso?
e assim é eu e você, sem sentido, um nada haver, aparentemente tão diferente e tão magicamente atraído, unico, como um encaixe por encomenda.
Você o que me falta, eu o que te completo,
e afinal, há sentido algum nisso?
terça-feira, 9 de junho de 2009
Fim?
Aonde é o fim?
Pois dentro de mim,
não encontro nada assim.
Você meu começo,
aonde reconheço,
meus tons de valor,
meu único amor.
Pois dentro de mim,
não encontro nada assim.
Você meu começo,
aonde reconheço,
meus tons de valor,
meu único amor.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Volta pra mim...
invadi meus sonhos, meus pensamentos, meus sentimentos, meus momentos...
será que dá pra voltar pra mim de uma vez então?
estou louca, sem você minha razão...
será que dá pra voltar pra mim de uma vez então?
estou louca, sem você minha razão...
terça-feira, 5 de maio de 2009
Mimos
Por ser filha unica sempre me dei o direito de ser egoista, ter posse e fazer birra. Mais logo percebi que não era tão simples e nem todos me dariam esse direito, acabei tendo que me moldar a os demais, mas ainda guardo vestigios de tantos mimos, e digo mais, as vezes quando não é me permitido sentir ciumes sinto mais do que o normal.
sábado, 2 de maio de 2009
Pequenas doses
O que eu quero?
Felicidade em doses homeopáticas,
não precisa ser todo dia,
as vezes quem sabe,
com a magia do olhar,
e a simplicidade dos pequenos momentos,
para se perpetuarem no meu ser.
Felicidade em doses homeopáticas,
não precisa ser todo dia,
as vezes quem sabe,
com a magia do olhar,
e a simplicidade dos pequenos momentos,
para se perpetuarem no meu ser.
quarta-feira, 29 de abril de 2009
Transtornos
Talvez espero muito do pouco,
talvez reste uma sobra,
talvez apenas nada.
Mais esse nada significa tanto,
e a possibilidade de um sorriso sincero,
adoece minha espera.
talvez reste uma sobra,
talvez apenas nada.
Mais esse nada significa tanto,
e a possibilidade de um sorriso sincero,
adoece minha espera.
segunda-feira, 27 de abril de 2009
O tempo
O tempo brinca comigo quando estou ao teu lado. É tudo tão perfeito que 24 horas parecem apenas uns minutos. Tenho tudo com a tua presença, e de repente quando você parte fica a saudade. E até a tua volta o tempo se arrasta sem pressa alguma, ele senta ao meu lado e observa a solidão, a vontade de você, e acha graça na certa de as vezes ser tão rapido e outras ser tão lento, brinca com meus sentimentos e fica sempre a sorrir.
quinta-feira, 23 de abril de 2009
Ultimo verão
Lembro quando verão chegou e junto dele veio você só pra mim. Intensidade era a palavra que eu usava pra resumir o que havia entre nós, e enlouqueci insantaneamente ao te olhar e saber que ia te querer até meu ultimo verão, daquele mesmo jeitinho intenso e conturbado. Que as estações possam partir sem jamais levar a nossa louca paixão, pois no meu ultimo verão quero beijar teus labios e ter a mesma vertigem que senti ao primeiro toque teu.
Descaso próprio
Vou ser direta no assunto... não me cuido muito, da preguiça sabe? você tem tudo pronto e de uma hora pra outra... sozinha no mundo, se quer comer? faça, quer coisas limpas? limpe e assim vai. A questão é simples, ser sincera... sou sincera ao ponto de dizer que tenho preguiça comigo, mas com compromissos jamais, afinal uma coisa que fui ensinada foi ter a minha palavra mais valida que qualquer outra coisa e ah, to vivendo mesmo com esse descaso próprio.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Um adeus
Aonde me encontro em mim mesma? Reflexo estático, olhar preso a procura da alma.
Me disseram que eu era doce, ingênua... procuro manter o que me faz bem, mas aos poucos me desfaço do genio infantil, lenta e gradualmente dou adeus as imaturidades, mesmo acreditando que elas jamais partem por completo, pois até o adulto mais sensato perde o rumo as vezes.
Me disseram que eu era doce, ingênua... procuro manter o que me faz bem, mas aos poucos me desfaço do genio infantil, lenta e gradualmente dou adeus as imaturidades, mesmo acreditando que elas jamais partem por completo, pois até o adulto mais sensato perde o rumo as vezes.
terça-feira, 21 de abril de 2009
Encontro com o Amor
Uma pagina, um recado e tudo se transforma. Poesias, palavras de afeto e meu coração se preencheu como um raio de esperança. Ali nasceu um amor, não precisava tocar, nem sentir pra saber que era amor, incondicionalmente, inegavelmente amor. Todos os dias cheio de desejos, palavras, sublime e doce como jamais havia sentido. Meu medo era se perder do que me fazia feliz, e a ansiedade me dominou, minha vontade que os dias passasem em um salto para tomar em meus braços meus tão amado amor. E no dia mais magico do ano ele tomou forma, ganhou sorriso, olhar, beleza e intensidade. E eu fiquei sem graça diante de tamanho sentir, mas queria tanto tocar seus labios com os meus, bolei planos, mas naturalmente tudo aconteceu. Começou com o beijo mais especial, aquele que teve na simplicidade do sentimento um tom de amor, um gesto de carinho, se direcionou e tomou minha testa e senti ali a nossa verdade. Pequenas vontades, lentas aproximações, tão especial, um abraço, uma carinho e o tão sonhado beijo, e ali mesmo começamos a nos amar, te descobrir aos poucos, agora entregue sem medos.
E o amar aconteceu, e o amor é presente, foi gentil, sincero e esta em mim, todos os segundos em cada batida do meu coração.
E o amar aconteceu, e o amor é presente, foi gentil, sincero e esta em mim, todos os segundos em cada batida do meu coração.
Inveja prisioneira
Não me atrevo a olhar através da janela, tenho medo, medo da felicidade alheia, da inveja que talvez seja capaz de sentir das faces que carregam sorrisos e bons momentos. Aqui permaneço pura, sem atingir ninguém, fico segura em meio a minha própria prisão.
O silêncio da solidão
Na casa ecoa solidão, tantas vezes me senti encomodada pelo barulho constante e hoje sou obrigada a lhe dar com o silêncio perturbador. Isso é resultado dos anos, das mudanças, casamentos e mortes que sentenciaram esse lugar ao vazio, ao silêncio da minha loucura. Loucura esta que insiste em gritar calada, em temer, em sentir falta, mas permanecer interna, me esgotando pouco a pouco e me fazendo a pergunta: como preencher essas fendas que deixaram em mim?
segunda-feira, 20 de abril de 2009
A menina
Lembro da menina sentada ao fundo da sala, aquela que estava entre a timidez e o mistério de ser quem era. Diversas vezes se lamentou partir para vida perfeita e agora não saber como reagir diante dela. A menina se escondia em si mesma, guardava seu jeito doce e sublime de ver o mundo, aquele jeitinho de brincar e ser palhaça como poucos conseguiam ser, ela andava olhando pros proprios pés, entrando sempre em conflitos com ela mesma, se sentia sozinha, mas não via que ela mesma não dava as pessoas a oportunidade de gostar dela.
Um dia ela percebeu que tudo era tão simples, e conheceu a todos e viu que não era preciso ser bonita, ou magra, ou inteligente pra ser adorada, era preciso apenas ser ela mesma.
Mas não era o seu final feliz, afinal a vida é simples, por isso que a complicamos. E ela gritou, foi egoista, ciumenta, teve dias que estragou tudo, e teve dias que salvou o mundo de quem ela amava. E deu valor as amizades, e descobriu que podia ter os irmãos que escolhesse e fez disto seu mundo muitas vezes pra não fraquejar. E descobriu que podia guardar sua vida, não em um diário, mas em versos e perpetuou sentimentos e pessoas. E a menina foi menina até que a obrigassem a parar de ser. Se enganou, se iludiu, sofreu e quis querer sumir.
Ela sentiu, ela ouviu e simplismente pariu... Decidiu abrir mão do conforto por um sonho, mas se esqueceu de pensar que haveriam dificuldades. E reclamou, e tentou achar apoio, mas era preciso usar das suas proprias pernas, ver que agora não era mais criança e tinha que confiar em si mesma.
E ela se apaixonou, pela primeira vez amou e ama, ficou doente, chorou, sorri constantemente... não ainda não é suficiente, afinal é amor, quem sou eu pra falar de amor? desconhecido, sorrateiro, enigmático e necessário, um mistério que vivo, talvez nunca o desvende por completo, mas adoro sentir essa insanidade que me toma de querer, desejar, ousar, falar, e as vezes até guardar. E como um primeiro grande amor errou, tentou concertar, fracaçou, acertou. Guarda o sentimento em si, é tão precioso que não se vê sem ele, é sincera, gentil, loucamente apaixonada.
Ainda me obrigo a crescer, porque a vida quis assim, mas não esqueço da menina, esta da história ai em cima, que as vezes é tão pretenciosa a ponto de pensar que viveu muito, mais humilde o suficiente pra saber que é pouco ou quase nada o que tem vivido. Capaz de complicar seus pensamentos, de ter medo, de ser tão rigorosa com si própria que se faz sentir o fracaço, é como um cansaso que toma conta.Capaz de sorrir, de ajudar, de amar, de lutar com ela mesma pra fazer as coisas darem certo, de saber quando erra e quando acerta e de tentar mudar.
Ainda não cresci, mas estou disposta a enfrentar o caminho, esperando não cair em um beco sem saida.
Um dia ela percebeu que tudo era tão simples, e conheceu a todos e viu que não era preciso ser bonita, ou magra, ou inteligente pra ser adorada, era preciso apenas ser ela mesma.
Mas não era o seu final feliz, afinal a vida é simples, por isso que a complicamos. E ela gritou, foi egoista, ciumenta, teve dias que estragou tudo, e teve dias que salvou o mundo de quem ela amava. E deu valor as amizades, e descobriu que podia ter os irmãos que escolhesse e fez disto seu mundo muitas vezes pra não fraquejar. E descobriu que podia guardar sua vida, não em um diário, mas em versos e perpetuou sentimentos e pessoas. E a menina foi menina até que a obrigassem a parar de ser. Se enganou, se iludiu, sofreu e quis querer sumir.
Ela sentiu, ela ouviu e simplismente pariu... Decidiu abrir mão do conforto por um sonho, mas se esqueceu de pensar que haveriam dificuldades. E reclamou, e tentou achar apoio, mas era preciso usar das suas proprias pernas, ver que agora não era mais criança e tinha que confiar em si mesma.
E ela se apaixonou, pela primeira vez amou e ama, ficou doente, chorou, sorri constantemente... não ainda não é suficiente, afinal é amor, quem sou eu pra falar de amor? desconhecido, sorrateiro, enigmático e necessário, um mistério que vivo, talvez nunca o desvende por completo, mas adoro sentir essa insanidade que me toma de querer, desejar, ousar, falar, e as vezes até guardar. E como um primeiro grande amor errou, tentou concertar, fracaçou, acertou. Guarda o sentimento em si, é tão precioso que não se vê sem ele, é sincera, gentil, loucamente apaixonada.
Ainda me obrigo a crescer, porque a vida quis assim, mas não esqueço da menina, esta da história ai em cima, que as vezes é tão pretenciosa a ponto de pensar que viveu muito, mais humilde o suficiente pra saber que é pouco ou quase nada o que tem vivido. Capaz de complicar seus pensamentos, de ter medo, de ser tão rigorosa com si própria que se faz sentir o fracaço, é como um cansaso que toma conta.Capaz de sorrir, de ajudar, de amar, de lutar com ela mesma pra fazer as coisas darem certo, de saber quando erra e quando acerta e de tentar mudar.
Ainda não cresci, mas estou disposta a enfrentar o caminho, esperando não cair em um beco sem saida.
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